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Câmbio · Spread · IOF 💱🧳

Calculadora do Custo Real no Exterior

Descubra quanto sua viagem realmente custa em reais — e qual forma de pagar sai mais barata.

💰 Quanto você vai gastar no exterior?
A gente cuida do resto — câmbio, spread e IOF, tudo calculado.
Não sabe? Pesquise rapidinho no Google por "cotação [sua moeda] hoje" — é o número sem spread nem taxas, o "preço puro" da moeda.
Você sabe o spread da sua instituição?
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Você vai pagar aproximadamente
R$ 0,00
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Câmbio efetivo
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Dica do hub: não olhe apenas para a cotação anunciada. O que importa é quanto você efetivamente paga em reais depois do spread e do IOF — o câmbio efetivo.

Forma de pagamentoSpreadIOFCusto totalCâmbio efetivo
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Dica do hub: não compare só a cotação anunciada — compare sempre o custo total final. A cotação mais "bonita" nem sempre é a mais barata.

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Seu spread implícito é de aproximadamente
0%
Seu cartão não usou simplesmente o câmbio comercial — essa diferença é o que a instituição cobra por cima, além do IOF que já aparece separado na sua fatura.
Com esse orçamento, você poderá gastar aproximadamente
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Custo total estimado
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⚠️

O IOF é definido pela legislação vigente — atualmente 3,5% para diversas operações de câmbio ligadas a viagens, mas essa regra pode mudar. Já o spread cambial varia de instituição para instituição, cartão, conta ou operação. Por isso, os resultados aqui são estimativas quando você não informa a cotação efetivamente utilizada — confirme sempre com sua instituição financeira antes de decidir.

Continue planejando sua viagem
Já sabe quanto vai custar? Esses próximos passos ajudam no resto.
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Câmbio, spread, IOF e custo final — qual a diferença

O preço da moeda não é necessariamente o que você paga. Entre a cotação anunciada e o valor que sai do seu bolso, entram alguns fatores:

Câmbio

O preço "puro" da moeda — quanto custa US$ 1 em reais, sem nenhuma taxa por cima.

Spread

A diferença entre a cotação de referência e a cotação que sua instituição realmente usa.

IOF

Imposto federal cobrado sobre operações de câmbio — hoje, 3,5% na maioria das operações de viagem.

Custo final

Quanto realmente saiu do seu bolso: câmbio + spread + IOF (+ outras taxas, se houver).

Duas opções podem anunciar cotações diferentes — uma mais "bonita" que a outra — mas isso não significa que a de cotação menor seja mais barata no fim. O que decide é o custo efetivo: quanto você realmente pagou dividido pelo valor que comprou.

Perguntas frequentes
O que é IOF?

IOF é o Imposto sobre Operações Financeiras, cobrado pelo governo federal em diversas operações, incluindo câmbio. Para operações de câmbio ligadas a viagens — como compra de moeda em espécie, carregamento de cartão pré-pago e determinadas operações com cartão — a alíquota atual é de 3,5%. Essa alíquota é definida por legislação e pode mudar ao longo do tempo.

O que é spread cambial?

É a diferença entre a cotação de referência do mercado (o "preço puro" da moeda) e a cotação que a instituição financeira realmente usa na sua operação. Por exemplo: se o câmbio de referência é R$ 5,40 e sua instituição cobra R$ 5,55, esse R$ 0,15 de diferença é o spread. Ele varia bastante entre bancos, cartões, contas internacionais e casas de câmbio.

Como descobrir quanto meu cartão realmente cobra?

Use a ferramenta "Descubra quanto seu cartão realmente cobra" logo acima: informe a cotação que apareceu na sua fatura e a cotação de referência do dia da compra. A diferença entre as duas é o spread implícito que sua instituição está aplicando.

Qual forma de pagamento costuma ser mais barata?

De forma geral, contas internacionais (tipo conta multimoeda) costumam ter o menor spread, seguidas por cartões pré-pagos. Cartões de crédito tradicionais e câmbio em espécie costumam ter spreads maiores. Mas isso varia por instituição — por isso a ferramenta permite comparar as opções com os números reais da sua situação, ou usar as estimativas quando você não souber o spread exato.

✦ Dicas pra pagar menos no exterior
Contas internacionais (tipo conta multimoeda) costumam ter spread bem menor que cartão de crédito tradicional — vale pesquisar antes da viagem.
Evite converter moeda no próprio aeroporto — o spread ali costuma ser o mais alto de todos.
Sempre que possível, pague na moeda local, não em reais — o "conversão dinâmica" (DCC) que alguns estabelecimentos oferecem geralmente embute um spread ainda maior.
Compare o custo efetivo, não a cotação anunciada — é a única forma de saber de verdade qual opção é mais barata.