Descubra quanto sua viagem realmente custa em reais — e qual forma de pagar sai mais barata.
Dica do hub: não olhe apenas para a cotação anunciada. O que importa é quanto você efetivamente paga em reais depois do spread e do IOF — o câmbio efetivo.
| Forma de pagamento | Spread | IOF | Custo total | Câmbio efetivo |
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Dica do hub: não compare só a cotação anunciada — compare sempre o custo total final. A cotação mais "bonita" nem sempre é a mais barata.
O IOF é definido pela legislação vigente — atualmente 3,5% para diversas operações de câmbio ligadas a viagens, mas essa regra pode mudar. Já o spread cambial varia de instituição para instituição, cartão, conta ou operação. Por isso, os resultados aqui são estimativas quando você não informa a cotação efetivamente utilizada — confirme sempre com sua instituição financeira antes de decidir.
O preço da moeda não é necessariamente o que você paga. Entre a cotação anunciada e o valor que sai do seu bolso, entram alguns fatores:
O preço "puro" da moeda — quanto custa US$ 1 em reais, sem nenhuma taxa por cima.
A diferença entre a cotação de referência e a cotação que sua instituição realmente usa.
Imposto federal cobrado sobre operações de câmbio — hoje, 3,5% na maioria das operações de viagem.
Quanto realmente saiu do seu bolso: câmbio + spread + IOF (+ outras taxas, se houver).
Duas opções podem anunciar cotações diferentes — uma mais "bonita" que a outra — mas isso não significa que a de cotação menor seja mais barata no fim. O que decide é o custo efetivo: quanto você realmente pagou dividido pelo valor que comprou.
IOF é o Imposto sobre Operações Financeiras, cobrado pelo governo federal em diversas operações, incluindo câmbio. Para operações de câmbio ligadas a viagens — como compra de moeda em espécie, carregamento de cartão pré-pago e determinadas operações com cartão — a alíquota atual é de 3,5%. Essa alíquota é definida por legislação e pode mudar ao longo do tempo.
É a diferença entre a cotação de referência do mercado (o "preço puro" da moeda) e a cotação que a instituição financeira realmente usa na sua operação. Por exemplo: se o câmbio de referência é R$ 5,40 e sua instituição cobra R$ 5,55, esse R$ 0,15 de diferença é o spread. Ele varia bastante entre bancos, cartões, contas internacionais e casas de câmbio.
Use a ferramenta "Descubra quanto seu cartão realmente cobra" logo acima: informe a cotação que apareceu na sua fatura e a cotação de referência do dia da compra. A diferença entre as duas é o spread implícito que sua instituição está aplicando.
De forma geral, contas internacionais (tipo conta multimoeda) costumam ter o menor spread, seguidas por cartões pré-pagos. Cartões de crédito tradicionais e câmbio em espécie costumam ter spreads maiores. Mas isso varia por instituição — por isso a ferramenta permite comparar as opções com os números reais da sua situação, ou usar as estimativas quando você não souber o spread exato.